Um dos encontros mais fortes de minha vida foi com o samba. Nós sempre estivemos por aí sem entender muito da força desse encontro. Não me lembro direito quando entendi, ou ao menos vislumbrei o que tinha acontecido. O samba, uma reza, uma oração, uma visão de mundo, um desejo, um olhar… Síntese do Brasil, com todos os problemas e exclusões de qualquer síntese.
“Não, ninguém faz samba só porque prefere” Paulinho e João, nem mesmo escuta, toca ou canta.
No último fim de semana peguei o trem do samba para Oswaldo Cruz. Chegando lá me senti tão bem, tão feliz. Foi como chegar em casa.
Pois não é que Roberto Ribeiro me esperava.