Quando chego no bip fico pensando nos bons motivos para voltar lá, aos domingos.
Dessa vez lembrei que ao sair do Bip sempre fico mais reflexivo, mais dados aos mexericos da mente. Olhando distraidamente para o Alfredinho pensei que um homem, quando dá certo, dificilmente é algo mais do que a persistência de uma chatice em volta de um problema qualquer. Um homem ou uma mulher, que fique claro. O “xis” da questão é saber que problema é esse. Pode ser a revolução social. A dialética marxista. A militante comunista de outrora. Pode ser o Atlético Mineiro. Pode ser a Adidas. Pode ser a família. É o samba.
Pois é. No meu caso é o samba. Fico ao redor dele, tentando fazer sentido do resto, quem sabe dá certo…
Foi lá no Bip, há pouco mais de dois anos, que ouvi a música “A Ponte” do maravilhoso Elton Medeiros e senti algo estremecer aqui dentro do peito.